{"id":2594,"date":"2024-02-20T10:19:27","date_gmt":"2024-02-20T13:19:27","guid":{"rendered":"https:\/\/corporatecenter.com.br\/home\/?p=2594"},"modified":"2024-02-20T10:19:27","modified_gmt":"2024-02-20T13:19:27","slug":"desigualdade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/corporatecenter.com.br\/home\/?p=2594","title":{"rendered":"desigualdade"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">S\u00edmbolo da desigualdade\u00a0Pr\u00e9dio famoso pelo contraste com comunidade enfrenta d\u00edvidas e processos<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Edif\u00edcio, que \u00e9 vizinho de Parais\u00f3polis, lida com disputas internas e im\u00f3veis desvalorizados<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na entrada, o n\u00famero e o letreiro est\u00e3o desfalcados: \u201cedif\u00edc o\u201d, l\u00ea-se nas plaquinhas de cobre, de onde escorrem manchas escuras sobre o muro branco. Dentro, o mato passa dos joelhos, as marcas de infiltra\u00e7\u00e3o se espalham e alguns im\u00f3veis est\u00e3o severamente depreciados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso \u00e9 a parte vis\u00edvel dos problemas do <strong>Condom\u00ednio Penthouse<\/strong>, no n\u00famero 3891 da Avenida Giovanni Gronchi, no Morumbi, cen\u00e1rio de novela de sucesso da TV Globo, mas famoso tamb\u00e9m por uma foto a\u00e9rea publicada em 2004 pela Folha de S.Paulo que mostrava as piscinas nas varandas separadas apenas por um muro da favela de Parais\u00f3polis, onde moram mais de 100 000 pessoas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/73_00466257-0c3e4c8f3b.jpeg?quality=70&amp;strip=info\" alt=\"Covid-19 est\u00e1 2,5 vezes mais presente em bairros pobres da capital | VEJA  S\u00c3O PAULO\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A outra parte dos problemas: <strong>altas d\u00edvidas de condom\u00ednio e IPTU<\/strong>, uma enxurrada de <strong>a\u00e7\u00f5es judiciais<\/strong> e im\u00f3veis de 355 metros quadrados que v\u00e3o a <strong>leil\u00e3o por menos de 450 000 reais<\/strong> \u2014 e n\u00e3o encontram compradores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com somente treze apartamentos de 355 metros quadrados (um por andar, duplex na cobertura), o Penthouse agitou o mercado imobili\u00e1rio paulistano quando ficou pronto, em 1984. \u201cEra a nossa menina dos olhos. Onde, naquela \u00e9poca, voc\u00ea encontraria uma piscina na sacada? N\u00e3o existia\u201d, relembra uma corretora de im\u00f3veis que atuou por duas d\u00e9cadas na regi\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com fachada de tra\u00e7os mediterr\u00e2neos, foi vendido como a obra-prima da construtora Adolpho Lindenberg, que fez outros quatro pr\u00e9dios na avenida e ainda atua na cidade. Na fic\u00e7\u00e3o, era onde morava a \u201cBonitona do Morumbi\u201d, apelido da personagem de Nat\u00e1lia do Vale em A Pr\u00f3xima V\u00edtima, de 1995.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os tempos do glamour parecem agora um passado desbotado. Hoje, seis dos treze apartamentos devem juntos 1,5 milh\u00e3o de reais em IPTU \u00e0 prefeitura. A pilha de boletos de condom\u00ednio vencidos chegou a 465 000 reais em maio de 2022 \u2014 atualmente, em m\u00e9dia quatro das treze unidades se encontram inadimplentes. O pr\u00e9dio soma 146 000 reais em impostos previdenci\u00e1rios atrasados. Na Justi\u00e7a, a quantidade de a\u00e7\u00f5es que envolveram o condom\u00ednio chega quase a uma centena.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para esta reportagem, Vejinha analisou mais de 1 500 p\u00e1ginas de processos e conversou com moradores, ex-moradores, advogados e outras pessoas envolvidas com a hist\u00f3ria do edif\u00edcio. Nomes foram omitidos para preservar a privacidade de algumas delas, mas as desaven\u00e7as internas ser\u00e3o narradas por serem importantes para se entender os problemas do pr\u00e9dio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim como as manchas na fachada, o pre\u00e7o dos apartamentos \u00e9 um sinal de que as coisas n\u00e3o v\u00e3o bem. \u00c0 venda via leil\u00e3o judicial at\u00e9 20 de fevereiro, a unidade do 2\u00ba andar foi alvo de uma briga entre irm\u00e3os que herdaram o espa\u00e7o. Conta com duas su\u00edtes, dois dormit\u00f3rios com sacadas privativas, dois outros de servi\u00e7o, quatro banheiros e tr\u00eas vagas de garagem \u2014 al\u00e9m da varanda com piscina, que acumula \u00e1gua de tom esverdeado. Com partes do teto e das paredes caindo, tem lance inicial de 449 000 reais, ainda sem interessados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No 10\u00ba andar, mais uma unidade est\u00e1 em leil\u00e3o. Em melhor estado \u2014 exceto pela piscina quebrada \u2014, tem lance inicial de 500 000. No 9\u00ba, o aluguel de um ap\u00ea pronto para morar sai por modestos 1 200 reais \u2014 desde que se pague o condom\u00ednio de 4 800 ao m\u00eas e o IPTU de 12 000 ao ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEu tinha o sonho de morar ali\u201d, diz um ex-propriet\u00e1rio, um empres\u00e1rio que comprou uma unidade por 500 000 reais em 2010 para revend\u00ea-la, uma d\u00e9cada depois, ap\u00f3s v\u00e1rias tentativas, pelos mesmos 500 000. No Portal do Morumbi, conjunto de pr\u00e9dios dos anos 1970 pr\u00f3ximo dali, apartamentos de tamanho semelhante \u2014 e sem piscina privativa \u2014 s\u00e3o anunciados por 1,5 milh\u00e3o. \u201cMas o condom\u00ednio do Penthouse \u00e9 caro e <strong>o pr\u00e9dio n\u00e3o oferece nada<\/strong>. Antigamente, tinha academia e cozinha no t\u00e9rreo, mas foi tudo degradando\u201d, ele diz. \u201cAl\u00e9m disso, o pr\u00e9dio perdeu valor ap\u00f3s o crescimento de Parais\u00f3polis\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Saiba mais: 10 fatores que valorizam um condom\u00ednio no mercado imobili\u00e1rio<br \/>\nQuando o edif\u00edcio foi inaugurado, em 1984, Parais\u00f3polis era um conjunto de moradias distante ao horizonte. A partir de 1990, a ocupa\u00e7\u00e3o da \u00e1rea ganhou for\u00e7a, com a chegada de moradores de outras comunidades que foram desapropriadas na cidade. No come\u00e7o dos anos 2000, Penthouse e Parais\u00f3polis j\u00e1 eram vizinhos. O conv\u00edvio entre duas realidades t\u00e3o distantes (se n\u00e3o no mapa, na situa\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica) nunca foi tranquilo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cMorar ao lado de uma favela n\u00e3o \u00e9 algo desejado pela elite paulistana. Aquele contraste n\u00e3o \u00e9 t\u00edpico de S\u00e3o Paulo. A segrega\u00e7\u00e3o, na cidade, n\u00e3o se d\u00e1 por um muro entre ricos e pobres: temos grandes regi\u00f5es de alta renda e uma periferia distante\u201d, diz o professor e pesquisador Renato Cymbalista, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m de ser uma \u00e1rea com altos \u00edndices de ocorr\u00eancias policiais, os ex-moradores s\u00e3o un\u00e2nimes em se queixar do som alto nas noites de baile na comunidade. \u201cFicou insustent\u00e1vel, era quase toda semana. Os carros ligavam o som no \u00faltimo volume\u201d, diz um ex-propriet\u00e1rio que morou ali at\u00e9 2020. \u201cA m\u00fasica ia at\u00e9 altas horas\u201d, afirma uma ex-moradora que viveu mais de dez anos ali.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAs pessoas querem colocar a decad\u00eancia do Morumbi na conta de Parais\u00f3polis\u201d, afirma Gilson Rodrigues, lideran\u00e7a local e presidente do G10 Favelas. \u201cO Morumbi foi feito com uma proposta de ser um bairro afastado, mas com o tempo os ricos foram para outras regi\u00f5es, como Moema\u201d, ele explica. \u201cO baile (funk) da DZ7 acontece em uma \u00e1rea distante do pr\u00e9dio, no meio de Parais\u00f3polis, nem chega perto dali\u201d, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto Parais\u00f3polis crescia, dentro dos muros uma <strong>s\u00e9rie de desentendimentos<\/strong> abalava o Penthouse. No final dos anos 1990, come\u00e7aram a surgir moradores que deixavam de pagar a taxa condominial. A partir de 1996, o pr\u00e9dio passou a lidar com um alto n\u00famero de a\u00e7\u00f5es na Justi\u00e7a, boa parte motivada pelos calotes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um exemplo \u00e9 a batalha entre o pr\u00e9dio e um dos seus moradores mais antigos, um ex-s\u00f3cio de uma firma de publicidade e de uma locadora de v\u00eddeos, propriet\u00e1rio da unidade do 1\u00ba andar desde 1987. Entre 2004 e 2023, pelo menos 53 processos envolveram o empres\u00e1rio e o Penthouse. O apartamento foi a leil\u00e3o mais de uma vez para a quita\u00e7\u00e3o das d\u00edvidas, que no ano passado chegaram a 400 000 reais. Nunca foi arrematado. Da parte do morador, ele moveu a\u00e7\u00f5es ligadas a problemas como uma infiltra\u00e7\u00e3o no apartamento. O propriet\u00e1rio e seu advogado n\u00e3o quiseram comentar as disputas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m das parcelas condominiais, o tal morador soma 204 000 reais em IPTUs vencidos, mas n\u00e3o \u00e9 o maior devedor do imposto no endere\u00e7o. Em primeiro lugar aparece uma senhora do 11\u00ba andar, com 639 000 reais \u2014 ela chegou a ser investigada em uma etapa da Opera\u00e7\u00e3o Lava-Jato, em 2016. \u00c0 \u00e9poca, trabalhava em um banco panamenho acusado de servir de intermedi\u00e1rio para propinas. Questionado sobre as d\u00edvidas, o advogado e filho da propriet\u00e1ria afirma que \u201cn\u00e3o existe nenhuma a\u00e7\u00e3o penal\u201d contra ela e que os valores de IPTU \u201cest\u00e3o errados e medidas contr\u00e1rias a essas cobran\u00e7as est\u00e3o sendo tomadas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cHouve \u00e9pocas em que o condom\u00ednio tinha quase vinte processos ativos. Isso trazia grandes encargos para a administra\u00e7\u00e3o\u201d, afirma um advogado que atuou nos processos do Penthouse. Na tentativa de contornar o buraco financeiro, outros moradores come\u00e7aram a divergir e a brigar entre si. \u201cHouve um racha comunit\u00e1rio. Alguns se mudaram e deixaram o apartamento. Para eles, tamb\u00e9m deixou de ser prioridade pagar o condom\u00ednio\u201d, diz outro advogado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No in\u00edcio dos anos 2010, uma nova <strong>alta na inadimpl\u00eancia<\/strong> agravou a situa\u00e7\u00e3o. \u201cA estrutura f\u00edsica do pr\u00e9dio passou a se degradar. As coisas ficaram bem ruins a partir de 2015\u201d, lembra um ex-morador, empres\u00e1rio do mercado imobili\u00e1rio. A taxa de condom\u00ednio tinha de subir mais e mais, para conter as d\u00edvidas. \u201cNesses casos, o rateio precisa ser feito levando em conta s\u00f3 as unidades pagantes, porque os custos continuam\u201d, explica o advogado Rafael Verdant, do escrit\u00f3rio Albuquerque Melo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Leia tamb\u00e9m: Guia completo de combate \u00e0 inadimpl\u00eancia em condom\u00ednios<br \/>\nOutros dois apartamentos, no 9\u00ba e no 7\u00ba andar, somam 550 000 reais em d\u00edvidas de IPTU. O Penthouse tamb\u00e9m cobra cerca de 92 000 reais referentes a taxas de condom\u00ednio atrasadas dessas unidades. O pr\u00e9dio ajuizou as d\u00edvidas contra um advogado, a quem atribui a propriedade dos im\u00f3veis. No site da prefeitura, por\u00e9m, os IPTUs n\u00e3o pagos s\u00e3o atribu\u00eddos a uma empresa de consultoria e a uma pessoa falecida. O advogado que cuida dos casos do suposto devedor afirma que o cliente \u201cn\u00e3o \u00e9 propriet\u00e1rio de qualquer unidade no referido condom\u00ednio\u201d. A s\u00edndica, por sinal, tamb\u00e9m deve 81 000 reais de IPTU.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cobertura duplex \u00e9 outro atestado de que o edif\u00edcio n\u00e3o envelheceu bem. O primeiro propriet\u00e1rio foi um empres\u00e1rio, dono de lojas de carros de luxo na Avenida dos Bandeirantes. No final dos anos 1990, uma modelo, ent\u00e3o casada com ele, viveu no im\u00f3vel. Depois o apartamento ficou vazio e ele convidou uma secret\u00e1ria para ocup\u00e1-lo. \u201cEle pagava o IPTU e ela tinha de arcar com o condom\u00ednio\u201d, diz uma pessoa que era pr\u00f3xima da fam\u00edlia. Foram mais de dez anos nesse arranjo, at\u00e9 que a funcion\u00e1ria comprou um apartamento pr\u00f3prio em outro condom\u00ednio e se mudou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O empres\u00e1rio, ent\u00e3o, reformou a cobertura para tentar vend\u00ea-la. Com cerca de 1 000 metros quadrados, foi comprada por um casal por 1,6 milh\u00e3o de reais em 2017 \u2014 2,2 milh\u00f5es em valores atualizados pela infla\u00e7\u00e3o. Hoje, est\u00e1 no mercado novamente por 2 milh\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A reportagem procurou o condom\u00ednio por meio da advogada Priscila Cortez de Carvalho, que atende o Penthouse, e solicitou entrevistas com a s\u00edndica, que n\u00e3o se pronunciou sobre os problemas apontados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No passado, o diminuto grupo de moradores do Penthouse chegou a compor um quadro vibrante e diversificado: donos de galerias de arte, empres\u00e1rios do ramo de colch\u00f5es, propriet\u00e1rios de escolas, executivos de grandes redes varejistas ou da \u00e1rea de min\u00e9rio de ferro, a ex-modelo&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cVivi anos felizes naquele endere\u00e7o\u201d, conta um ex-morador que viveu ali at\u00e9 o fim da d\u00e9cada passada e sente saudade das festas que promovia no apartamento. \u201cOs c\u00f4modos eram \u00f3timos e vi minha fam\u00edlia crescer ali\u201d, relembra outra ex-moradora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, as piscinas vazias nas varandas formam uma foto bem diferente daquela que tornou o pr\u00e9dio famoso. \u201cEm 2004, j\u00e1 dava para perceber que algo n\u00e3o ia t\u00e3o bem no condom\u00ednio\u201d, relembra o fot\u00f3grafo Tuca Vieira, 49, autor da ic\u00f4nica imagem a\u00e9rea, levada \u00e0 Bienal de Veneza em 2007. Na \u00e9poca, Vieira trabalhava em uma s\u00e9rie de reportagens sobre os 450 anos da capital paulista, e outra fot\u00f3grafa do jornal, Marlene Bergamo, deu a dica para que o edif\u00edcio entrasse na pauta. \u201cA foto saiu na capa do jornal\u201d, ele conta. \u201cFico contente por ter feito um trabalho que incomodou. \u00c9 uma foto com import\u00e2ncia social\u201d, conclui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: vejasp.abril.com.br<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00edmbolo da desigualdade\u00a0Pr\u00e9dio famoso pelo contraste com comunidade enfrenta d\u00edvidas e processos Edif\u00edcio, que \u00e9 vizinho de Parais\u00f3polis, lida com disputas internas e im\u00f3veis desvalorizados Na entrada, o n\u00famero e o letreiro est\u00e3o desfalcados: \u201cedif\u00edc o\u201d, l\u00ea-se nas plaquinhas de cobre, de onde escorrem manchas escuras sobre o muro branco. 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